08.07.2009

Marcas não brincam em serviço

Postado por , às 18:40 | Arquivado em Videogame

Nota do blogueiro: Este texto foi escrito por Maurício Círio.

Embora rodeados de jogos de última geração, os publicitários não brincam em serviço e usam os games como mídia para tornar marcas lembradas e conhecidas. É uma forma de entrar na vida dos consumidores em uma hora descontraída, em que eles estão se divertindo. Diferentes estimativas apontam que a indústria de games movimentou no ano passado algo em torno entre US$ 40 bilhões e US$ 54 bilhões. Os números, embora incertos, refletem que o mercado cresce e muito, desde os tempos de Atari e Pac-Man. Nos EUA este mercado arrecada dinheiro compatível a salas de cinema de filmes.

Zeebo

Brasil entra no jogo

Interessados em ingressar na “hollywood dos games”, brasileiros começam a participar deste mercado, embora ainda modestos. Bom exemplo é o console lançado pela brasileira Tectoy, o Zeebo. O videogame usa as redes de telefonia de seus conteúdos, chegando posicionado para públicos de menor renda, ótima alternativa para marcas que querem anunciar para este determinado público. O faturamento das produtoras locais da games em 2008 não atingiu R$ 90 milhões, de acordo com a Associação Brasileira das Desenvolvedoras de Jogos Eletrônicos. O motivo dá para sacar: a pirataria, que projeta valores dez vezes mais do que o computado pelo comércio legal.

De qualquer modo, o Ibope Nielsen Online projeta que em abril, 10,8 milhões de internautas residenciais brasileiros (43% do total) entraram em sites de games. Os números registrados significaram expansão de 24% em abril, com relação ao mesmo mês do ano passado. É também resultado da expansão da internet residencial brasileira, que teve um incremento de 14%. Para Márcio Callage, da Vulcabras/Azaléia, “ao contrário das mídias convencionais, que interrompem o consumidor, com os games você gera conteúdo, passa a ser procurado por seu público e sua marca fica exposta, mesmo que discretamente”. Segundo ele, jogos podem gerar bancos de dados interessantes para futuras ações de relacionamento. “Isso tudo sem contar toda a estratégia de divulgação dos games, que pode ser atrelada a um lançamento de produto e gerar negócio para a marca”, complementa Callage. Com informações da revista Meio Digital (M&M).

Tags: ,

Posts relacionados:

1 comentário (Comente!Trackback)


  1. 14/09/09
    14:35

Comente!

Sopre o Cartucho
  • Assine o Feed
  • Wordpress
  • Design Por Fabio Lobo

© Sopre o Cartucho (2009) – Alguns direitos reservados: Licença Creative Commons - Não vai que é fria!

O uso de imagem dos personagens inseridos no cabeçalho desta página é de propriedade autoral exclusiva de seus respectivos criadores.