Review! Batman: Arkham Asylum
Postado por Rafa Borges, às 08:47 | Arquivado em Review!Batman certamente é um herói muito inteligente. Ele não precisa de superpoderes. Apenas dê a ele alguns apetrechos, uma capa e um rosto para encher de socos, e ele se torna um Einstein (com capa e punhos de ferro).
Engenhocas e chutes na bunda são uma grande parte do que torna Batman único entre os outros heróis dos quadrinhos. Enquanto alguns monstros ou canalhas mascarados perdem tempo gemendo incoerentemente ou falando sobre seus problemas emocionais, o morcego apanha algo de seu cinto, agarra o emo e arranca seus dentes!
Batman: Arkham Asylum pretende entregar ao jogador uma abundância de ambos elementos, e ir ainda mais além! Com a maioria do elenco de voz original da série animada da década de 90 reprisando seus papéis, e com o escritor Paul Dini (premiado com o Emmy) por trás do roteiro, o valor do jogo se estende bem além de meras 12 horas ou mais de distração. É uma fusão de tudo o que é o Batman.
O que gostei:
A jogabilidade: Arkham Asylum confia cerca de 30% em bugigangas e 70% em pancadaria para que você leve Batman pelos corredores da instituição mental de Gotham, dominada pelo Coringa. Os aparelhos vão desde o familiar Bat-bumerangue até o estranho Cryptographic Sequencer, que explode fechaduras eletrônicas. O combate é soco e chute para tudo que é lado: que o recompensa com combinações finais em câmera lenta e zoom nas cenas. Além disso, você pode alternar o gadget para a relação de combate, como um meio de criar armadilhas para idiotas que levarão umas porradas. Batman ensina sobre variedade.
Mark Hamill: Diga o que quiser sobre Star Wars e Wing Commander – quando é de video-game que estamos falando, Mark Hamill interpretando o Coringa é o trabalho de uma vida. Ele é engraçado, ele é sinistro, ele é assustador… ele é tudo que o palhaço deve ser. Mesmo se você está assistindo o vilão tirando sarro de você morrer (pela vigésima vez) é um prazer ouvir o cara. Quase não me importo com a tela de carregamento para voltar ao jogo.
As recompensas de uma boa produção: Jogar este jogo é como assistir a um filme, e não de uma maneira ruim como o Metal Gear Solid: onde você pode encomendar uma pizza e comer toda durante uma cutscene. Arkham Asylum tem cenas eloqüentes e muitas vezes engraçadas, e a jogabilidade, na maior parte é divertida e cheia de ritmo.
Os ”Riddler Challenges”: Os Desafios do Charada dão uma desculpa ao game para te fazer vasculhar em todos os cantos escuros do cenário, por troféus, fitas com entrevistas e mapas de desafio! Longe de ser tediosa, a tarefa é realmente onde a maioria dos serviços para os fans aparecem (porque, infelizmente, não puderam trabalhar a Mulher-Gato em qualquer outro lugar), e também recompensa com pontos de experiência para gastar em upgrades. Vale a pena jogar pela segunda vez, apenas para passar por todos os desafios!
Espantalho: Meu paralisante medo de palha me impede de dizer qualquer coisa além do fato de que ele está no jogo. Mas sim, ele é facilmente a melhor parte dele.
É realmente o Batman: Quase tudo sobre Arkham Asylum encaixa perfeitamente com o que o Batman é, era e continua a ser nos quadrinhos, nos filmes e na série animada. Os aparelhos, a luta e a caracterização de todo o elenco se encaixam para formar uma representação perfeita do super-herói! Mesmo que você nunca tenha lido os quadrinhos, visto os filmes ou assistido o desenho animado, o jogo é abrangente e eficaz o suficiente para ser um bom lugar para começar.
O que odiei:
A Câmera: O “stick” da direita controla a câmera, mas isso não significa que ele sempre faz o que você quiser. Ou o Batman se move muito rápido, ou a câmera se move muito lentamente – de qualquer forma, você vai encontrar-se com sangue nos olhos (de raiva, só para deixar claro) em certos ambientes ou a amaldiçoá-la durante as lutas contra chefões em espaços apertados.
A perda de ritmo: O último terço do jogo se arrasta. Particularmente a fase ”Killer Croc”, é a mais repetitiva e menos divertida, destacando-se como o patinho feio do asilo. Não é o suficiente para deixar o game inteiro fora de equilíbrio, mas é uma decepção. Parte disso vem do fato de que ser um super-herói dá muito trabalho, mas o é que nem mesmo Paul Dini é infalível quando se trata de regularidade no enredo.
Vitórias: Existem diversas partes do jogo, onde você começa a pensar que a frase ”Eu trabalho sozinho” de Batman tem uma segunda parte implícita, que trata das pessoas morrerem quando ele tenta ajudá-las. Ah, que angústia!
Os últimos dois chefões: Para a maior parte, Asilo Arkham concilia os princípios de video-game a lenda do Batman. Mas em algumas partes, em particular as duas últimas lutas de chefões… esqueça. Não vou falar muito para não estragar quando for sua vez de jogar!
Eu realmente gostei deste jogo, tanto que gostaria de ter seus bebês, se tal fosse possível. Claro, as duas últimas lutas contra os chefes azedam um pouco da atração , mas todas as relações têm problemas. Basta olhar para lista de amantes do Batman contra a dos que idolatram Robin, se você quiser exemplos.
Batman: Arkham Asylum foi desenvolvido pela Rocksteady Studios e publicado pela Eidos Interactive / Warner Bros Interactive para o Xbox 360º, PlayStation 3 e PC. Vendido por US $ 59,99 dólares lá na gringa. Terminei o modo story e joguei a modalidade de desafio para a Xbox 360º. Encontrados cerca de metade dos Desafios do Charada em um jogo completamente, mas só porque eu estava olhando em volta frenéticamente.











