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	<title>Sopre o Cartucho</title>
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		<title>Quando não eramos tratados como idiotas!</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Jan 2013 13:41:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Gomes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Videogame]]></category>
		<category><![CDATA[Tutoriais]]></category>

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		<description><![CDATA[Foi-se o tempo no qual eu pegava um jogo e simplesmente começava a jogar. Hoje em dia é impressionante a quantidade de jogos que saem para quaisquer sistemas que nos obriga, quase que automaticamente, a passar por uma fase de tutorial. Quando é que os jogadores ficaram burros? Nos Tempos Idos Desde que eu me [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Foi-se o tempo no qual eu pegava um jogo e simplesmente começava a jogar. Hoje em dia é impressionante a quantidade de jogos que saem para quaisquer sistemas que nos obriga, quase que automaticamente, a passar por uma fase de tutorial. Quando é que os jogadores ficaram burros?</p>
<p><span id="more-14498"></span></p>
<p><strong>Nos Tempos Idos</strong></p>
<p>Desde que eu me lembre como jogador, nunca precisei de tutorial para saber como se joga um game. Para mim era só sentar a bunda na cadeira/sofá, colocar o cartucho no console e partir para o abraço. Não sei para que serve aquele item? Tirava a dúvida na mesma hora, usando-o. Não sei como mata aquele carinha ali em cima de uma plataforma flutuante impossível de alcançar? Procuro um ítem que, logicamente, iria me levar aquele lugar.</p>
<p>Estas eram as formas mais inteligentes, para mim como jogador, para entender como funcionava o universo daquele jogo em particular. Simplesmente seguiria os passos de aprendizagem do jogo, que estariam embutidos de uma forma inteligente no mundo do mesmo, até que eu me tornasse mais um que aprendeu a jogá-lo com destreza e sem me preocupar em ir atrás de manual de instruções para saber como usa o pulo do jogo.</p>
<p>Até o início da era PSX, os jogos não nos tratavam como gente ignorante, estúpida e que não sabia entender nada sobre o jogo. Mas será que foi isso que realmente aconteceu? Será culpa das empresas, ou são os jogadores, ou, melhor ainda, os jogos?</p>
<p><strong>Meia-lua para frente depois A+B+C para pular pro lado.</strong></p>
<p>Complexidade. Esta é a palavra-chave para o caso dos jogos atuais. Muitos deles tem um verdadeiro manancial de controles, botões e combinações a serem feitos pelos jogadores para que, assim, possa jogar uma partida ou começar o jogo de forma adequada. É impressionante a quantidade de movimentos que jogos como God of War ou Metal Gear Solid: Snake Eater são necessários para que o jogador seja bem-sucedido em, apenas, começar o jogo.</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 266px"><a href="http://gamez-gear.com/ds/images/uploads/ds_screenshots/Sonic%20Rush%20Adventure1.jpg" rel="lightbox[14498]"><img title="Sonic Rush Adventure" src="http://gamez-gear.com/ds/images/uploads/ds_screenshots/Sonic%20Rush%20Adventure1.jpg" alt="" width="256" height="390" /></a><p class="wp-caption-text">Tutorial para saber pular no jogo... tá de brinks né SEGA?</p></div>
<p>A jogabilidade se tornando complexa, pelo visto, se faz necessário a criação de um passo-a-passo para que o jogador possa entender o que fazer quando um inimigo atira diretamente no seu peito uma granada flamejante. É segurar R3+L1 e apertar repetidas vezes o Triângulo. Claro, estes são casos esdruxulos nos quais as empresas criam situações que precisamos fazer tais movimentos. Mas será que precisamos de tanto?</p>
<p>Creio que seja possível a junção entre uma jogabilidade complexa e casual sem interferir diretamente na imersão do gamer sobre um jogo, mas, pelo visto, as atuais empresas &#8211; e as antigas também &#8211; não estão se dando o trabalho para dar o menor trabalho ao jogador de compreender a mecânica de um jogo. Antes um simples para frente e A possibilitava um personagem pular ou bater em alguém e um para baixo e qualquer botão do controle fazer um SpinDash de um outro para seguir em alta velocidade na fase.</p>
<p>Então veio o Wii e mudou toda a história do jogo.</p>
<p><strong>Casual Gameplay vs Complex Gameplay</strong></p>
<p>O Wii simplificou tudo. Mova o controle e o seu personagem vai fazer tal movimento. Aperte um dos poucos botões no Wiimote ou no Nunchuk e as ações serão feitas com relativo sucesso. A simplificação de movimentações foi uma das coisas boas no Nintendo Wii, mas, também, simplificou, e muito, a jogabilidade dos gamers em seus jogos. O hardcore gaming, para a Nintendo, foi para o espaço.</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 410px"><a href="http://comunidademegadrive.files.wordpress.com/2011/06/wii-nunchuk-controller.jpg?w=300"><img title="WiiMote" src="http://comunidademegadrive.files.wordpress.com/2011/06/wii-nunchuk-controller.jpg?w=300" alt="" width="400" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Simplificação é tudo no Wii</p></div>
<p>Em contrapartida, no x360, PS3, PSP e PC, os jogos foram se tornando cada vez mais complexos, um exemplo disso, são os FPs que estão com tantos comandos e botões que daqui a pouco teremos uma extensão do teclado somente para poder jogar um Crysis 3!</p>
<p>Qual é o melhor caminho para se seguir? Simplificar os controles? Deixá-los mais complexos? Ou um mister dos dois?</p>
<p><strong>O mistério da jogabilidade.</strong></p>
<p>Tem-se de arrumar um meio-termo. Ou melhor. Uma opção para desligar os tutoriais de controles. Eu, como gamer, me sinto insultado quando vejo um tutorial a minha frente. Coisa que eu nunca precisou quando joguei DOOM, SimCity, Resident Evil, Silent Hill, Tomb Raider, Gran Turismo, Need For Speed, Sonic, Mario e outros jogos, pois era só fazer o que tinha de ser feito, jogar.</p>
<p>Talvez a culpa seja dos jogadores, com preguiça de saber como mexer de verdade o seu personagem ou das empresas que deixaram os jogos por demais complexos. O importante é que nada está sendo feito para resolver esta situação, chegando ao ponto de dois extremos existirem nos jogos atuais.</p>
<p>Mas a única coisa que eu peço é não ser tratado como idiota. E para vocês, o que acham deste derrame de tutoriais a torto e direito nos atuais jogos?</p>
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		<title>Save Staters, cheaters e os tempos modernos</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Jan 2013 12:00:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Gomes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Videogame]]></category>

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		<description><![CDATA[Voltando ao assunto tempo, um assunto que, volta e meia, se torna polêmico no meio gamer, são as pessoas que usam o Save State para finalizar um certo jogo. Seria esta uma prática legal ou poderíamos dizer com a boca cheia que o jogador que usa o Save State é um cheater? Bom, antes de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Voltando ao assunto tempo, um assunto que, volta e meia, se torna polêmico no meio gamer, são as pessoas que usam o Save State para finalizar um certo jogo. Seria esta uma prática legal ou poderíamos dizer com a boca cheia que o jogador que usa o Save State é um cheater?<br />
<span id="more-14518"></span></p>
<p>Bom, antes de mais nada, devemos levar a questão para duas vertentes, uma delas se dá as pessoas que tem um momento curto para poder jogar os seus games e aqueles que usam o Save State a cada 10 segundos para ter mil vidas ou não errar um caminho n ou, quando morrer, voltar ao estado anterior.</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 334px"><a href="http://images.betanews.com/screenshots/1019115467-1.jpg" rel="lightbox[14518]"><img title="Sonic 1, um save errado, e bau bau" src="http://images.betanews.com/screenshots/1019115467-1.jpg" alt="Nunca usei Cheat" width="324" height="263" /></a><p class="wp-caption-text">Diga não ao Save State Cheat Mode!</p></div>
<p>Creio que na 1ª passagem, o que temos são pessoas que querem curtir os seus games, mas são impossibilitados, de um modo geral, com a vida corrida que está sendo os dias de hoje. Na verdade este são os gamers que, quando crianças, tinham todo o tempo do mundo e agora mal tem tempo para coçar o saco e, por ventura do destino, tem um e outro momento para poder sentar na cadeira, sofá, deitar na cama e etc e tal, para poder ter um momentos a sós.</p>
<p>Esta categoria de jogadores, por mim, é passível de usar o Save State para poder continuar este ou aquele jogo um outro, pois, os jogos de consoles antigos necessitam de uma atenção especial para que o mesmo seja jogado -, à epoca, eram poucos os jogos que tinham a opção de password e só &#8220;recente&#8221; a opção de save via batéria e/ou memory card foi incorporado nestes jogos -, pois se faz necessário ter várias horas disponíveis para poder jogá-los a contento.</p>
<p>Quem aqui, depois que começou a trabalhar, conseguiu finalizar Kid Chamaleon numa só tarde sem o pensamento arrependido de ter perdido uma tarde inteira podendo fazer outras coisas? Ou, na verdade da verdade, quem aqui finalizou Kid Chamaleon numa tarde só quando criança e/ou adolescente? De uma pergunta a outra, sabemos o quão grande é este jogo e ele é um exemplo perfeito de como os jogos requerem uma atenção especial.</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 334px"><a href="http://resource.mmgn.com/Games/Wii/large/Kid-Chameleon-4.jpg" rel="lightbox[14518]"><img title="Kid Chameleon" src="http://resource.mmgn.com/Games/Wii/large/Kid-Chameleon-4.jpg" alt="Eita nois, cade o Save State?" width="324" height="263" /></a><p class="wp-caption-text">Consegue me encarar sem Save State mané?</p></div>
<p>E do outro lado, os jogadores atuais, acostumados com saves e tudo o mais, que jogam consoles antigos e usam a avançada técnica de save state para finalizar um jogo, será que eles são cheaters? Da minha perspectiva, sim, eles são, e não, não o são.</p>
<p>Parece algo complicado e um tanto complexo de se perceber a linha tenuê de um cheater de verdade e um gamer que quer finalizar um jogo usando os recursos modernos que os atuais emuladores nos expõe. Tudo se torna mais fácil com o save state, mas, também, o prazer do jogo tende a diminuir porque, antes se concentrando em apenas um jogo, agora você tem n jogos a disposição para ir &#8220;finalizando&#8221; aos poucos.</p>
<p>O problema não é o uso do save state para facilitar a vida do gamer para curtir alguns ou vários jogos, o problema está quando o save state deixa de ser uma ferramenta interessante e se torna um cheat mode implicito para dezenas de milhares de jogadores que não aceitam perder e ficam salvando todas as suas ações a todo o momento e quando fazem uma cagada, voltam ao estado anterior.</p>
<p>Antes quase eu fosse um save Stater, quase, mas os jogos online &#8211; CSS, Team Fortress, L4D2 &#8211; me ensinaram que nem sempre o Save State se salva, mas sim a sua habilidade num jogo.</p>
<p>Depois disso tudo, eu pergunto, você é <strong>um sem-tempo</strong>, <strong>um save stater iniciante</strong>, <strong>inveterado </strong>ou <strong>cheater</strong>?</p>
<p>Artigo Publicado original na <a href="http://www.comunidademegadrive.com.br/?p=189" target="_blank">Comunidade Mega Drive</a></p>
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		<title>Antigamente era melhor?</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Jan 2013 12:00:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Gomes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Videogame]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma coisa que eu vim a pensar nestes últimos meses sobre o passado e de como muitos de nós vanglorizamos o mesmo. Dizemos, quase sempre, que aquele filme era melhor do que a atual versão, que os jogos de antigamente eram melhores e, até mesmo, o estilo de vestir &#8211; em raros casos &#8211; eram [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Uma coisa que eu vim a pensar nestes últimos meses sobre o passado e de como muitos de nós vanglorizamos o mesmo. Dizemos, quase sempre, que aquele filme era melhor do que a atual versão, que os jogos de antigamente eram melhores e, até mesmo, o estilo de vestir &#8211; em raros casos &#8211; eram melhores que os de hoje em dia, mas isto de fato é verdade?</p>
<p><span id="more-14514"></span></p>
<p>É algo interessante para se analisar num ponto de vista sócio-cultural de como temos a tendência natural de cultuar o passado e deixá-lo mais cativante do que realmente o é. E é nesta esteira que acabamos dando ainda mais valor daquilo do que passamos naquele dado momento em tempos anteriores. E ficamos estarrecidos com o que vemos hoje em dia e com a &#8220;má&#8221; qualidade dos produtos culturais que acabam chegando em nossas mãos.</p>
<p>Filmes que não nos chamam a real atenção. Livros fraquissimos se comparados com os autores do passado, seriados que vão aquém daquilo que esperamos e que sempre, e sempre, são a mesma coisa no final e, o que é da nossa seara, jogos que brilham nos gráficos, mas pecam no divertimento, história e imaginação. Enfim, o que diabos acontece com a gente?</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 430px"><a href="http://comunidademegadrive.files.wordpress.com/2011/06/goonies.jpg?w=300"><img title="Os Goonies" src="http://comunidademegadrive.files.wordpress.com/2011/06/goonies.jpg?w=300" alt="Os Goonnies" width="420" height="392" /></a><p class="wp-caption-text">Querem fazer um Prequel deste filme maravilhoso, será mesmo maravilhoso</p></div>
<p><strong>O Feitiço do Passado</strong></p>
<p>Acontece, pelo que eu posso notar, uma única coisa. Somos tremendamente impressionáveis. Sim, é quase um fato que não precisa de maiores comprovações que o ser humano, antes de muitas outras coisas antes disso, é um bicho impressionável e que quanto mais jovem, mais o é. Vide, por exemplo, na questão biológica da coisa:</p>
<blockquote><p>Um homem vê uma mulher com uma tapa na cara de coxa, uma bunda dos infernos, um rosto angelical e uma bunda que você enlouquece só de olhar. É um fato impressionante e que impressiona o homem, mesmo que esta dita mulher não tenha nada na cabeça. E o mesmo vai na questão de um filme que realmente pode impressionar &#8211; um recente como Avatar -, mas não passa disso, sem contar que é algo que ninguém vai lembrar depois de um certo tempo. (Leitoras, troquem uma mulher por um homem e alguns arquetipos e o efeito é o mesmo)</p></blockquote>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 490px"><a href="http://h2.vibeflog.com/2007/05/30/18/17796818.jpg" rel="lightbox[14514]"><img title="Mulher Gostosa" src="http://h2.vibeflog.com/2007/05/30/18/17796818.jpg" alt="Gostosa mesmo" width="480" height="360" /></a><p class="wp-caption-text">Permitido para maiores de 14+</p></div>
<p>E o que eu quero dizer com isso tudo? Simples, o nosso passado nos condena. Quantas e quantas vezes, tivemos nosso quinhão de surpresas quando soubemos que o Papai Noel deixou o presente que queríamos na árvore de natal? Ou que o Coelhinho da Páscoa nos deu aquele ovo de chocolate que tanto queríamos. E que o Mario podia fazer mil e uma coisas no Super Mario Bros. 3 ou que podíamos ganhar de Airton Senna no Super Monaco GP 2? E, indo mais atrás, que podíamos ser um capitão de submarino em Seaquest ou defender a terra num jogo que tem misseis que eu me esqueci o nome? <img src='http://sopreocartucho.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_razz.gif' alt=':P' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Com isso em mente e a nossa infância fervendo naquele passado remoto, ficamos com a ideia fixa de que aqueles jogos que preencheram boa parte de nossas vidas são realmente aquelas joias preciosas de um tempo distante que nunca mais teremos ou veremos de novo. E que aquilo nunca se repetirá nos tempos vindouros. Isto é o feitiço do passado.</p>
<p><strong>Antigamente era realmente melhor?</strong></p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 526px"><a href="http://filmesegames.com.br/wp-content/uploads/2012/04/jogabilidade.jpg" rel="lightbox[14514]"><img title="Road Rash" src="http://filmesegames.com.br/wp-content/uploads/2012/04/jogabilidade.jpg" alt="Seria melhor que o atual?" width="516" height="361" /></a><p class="wp-caption-text">Road Rash 1, onde a pancadaria e velocidade eram amigas!</p></div>
<p>Posso dizer que, de boca cheia, não. O passado não era melhor do que o é hoje em dia. O que temos, na verdade, é uma opinião da massa que indica que o passado era melhor, mas isto se dá porque eramos, em grande parte, pequenos seres humanos impressionáveis, como eu havia dito acima. Se formos pegar os adultos ou jovens adultos da época, eles irão, quase que certamente, dizer que aquela geração não era lá grande coisa e os tempos deles de criança e adolescentes eram bem mais interessantes em termos gerais.</p>
<p>E isto se dará hoje em dia, quando, daqui a 10 anos, a nova geração estiver pegando os seus Playstation 5, XBoX 1024 e Wii Yu-gi-Oh, a geração de hoje dirá que a geração de amanhã é uma porcaria e que os PS2/PS3 deles tinham jogos melhores e que os nossos queridos Atari, Mega, Super Nintendo e afins, eram porcarias que nem para se divertir serviam.</p>
<p>E para vocês, o que é realmente melhor, antigamente ou os dias de hoje?</p>
<p>Artigo publicado original na <a href="http://www.comunidademegadrive.com.br/?p=221" target="_blank">Comunidade Mega Drive</a></p>
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		<title>Emulação, o inicio do Retrogaming</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Dec 2012 12:00:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Gomes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Videogame]]></category>
		<category><![CDATA[Mega Drive]]></category>
		<category><![CDATA[Nintendinho]]></category>
		<category><![CDATA[Super Nintendo]]></category>

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		<description><![CDATA[No longiquo ano de 1997/1998, numa terra muito, muito distante, um garoto com um pouco mais de 14 anos havia descoberto através de uma revista de jogos eletrônicos de computadores, da Editora Europa, que era possível, a partir de alguns programas e arquivos, jogar os seus consoles preferidos no conforto da sua casa e na [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>No longiquo ano de 1997/1998, numa terra muito, muito distante, um garoto com um pouco mais de 14 anos havia descoberto através de uma revista de jogos eletrônicos de computadores, da Editora Europa, que era possível, a partir de alguns programas e arquivos, jogar os seus consoles preferidos no conforto da sua casa e na frente do seu computador. E, assim, para ele, começou o retrogaming&#8230;</p>
<p><span id="more-14509"></span></p>
<p>Sim, foi desta maneira que eu começou a emular os meus consoles preferidos, o Mega Drive &#8211; claro -, o Super Nintendo e o Nintendinho, no meu computador de uma forma que nunca iria imaginar que fosse possível acontecer nos anos anteriores. Qual foi a minha surpresa que uma revista da Editora Europa &#8211; desta vez eu não me lembro da capa -, havia feito uma reportagem sobre emulação e eu, encafifado, fiquei lendo para entender o conceito.</p>
<p>Nesta época em questão os consoles Sega Saturno e PlayStation já haviam saído, mas eu, reles mortal, só tinha grana &#8211; minha mãe, na verdade &#8211; para possuir um PC e não é que foi por causa dela que a minha animação para com os jogos voltou&#8230; porque? Simples, porque todos os jogos que eu não podia ter com o meu Megão II da TecToy velho de guerra em formato cartucho, poderia tê-los ali no meu gigantesco HD de 540 MB na forma de arquivos .bin, .nes e .smc, onde eu podia, no DOS, rodar os maravilhosos e míticos emuladores. E o ciclo do vicio recomeçou novamente.</p>
<p>&lt;strong&gt;O que é Retrogaming&lt;/strong&gt;</p>
<p>Mas, alguns devem se perguntar, por que você diz que a emulação é o começo do retrogaming? E eu lhes respondo com uma explicação que copio diretamente de um fórum de Portugal.<br />
&lt;blockquote&gt;Como o nome indica &#8220;retro&#8221; ( do passado,antigo) , &#8220;gaming&#8221; (jogar), é isso mesmo jogos do passado, há uns quantos amantes de jogos antigos e de consolas antigas.&lt;/blockquote&gt;<br />
E com esta pequena explicação, consoles como Mega Drive, Super Nintendo, Master e o Nintendinho, à época, já poderiam ser considerados antigos e, consequentemente, os gamers que já os tinham eram, de forma indireta, retrogamers.</p>
<p>Mas a minha ideia sobre retrogaming, apesar de ser igual em pensamento, vai um pouco mais além, focando no ponto inicial da popularização da emulação que permitiu que a geração PSX/PS2 tivesse em mãos, ou, na verdade, no teclado de seus pcs, a capacidade de jogar games mais antigos que eles e, assim, criando um provável mercado consumidor ávido por artigos antigos.</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 456px">&lt;a href=&#8221;http://wiiclube.uol.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/10/nes-console1.jpg&#8221;&gt;&lt;img title=&#8221;NES, um dos consoles mais jogados do planeta.&#8221; src=&#8221;http://wiiclube.uol.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/10/nes-console1.jpg&#8221; alt=&#8221;" width=&#8221;446&#8243; height=&#8221;323&#8243; /&gt;&lt;/a&gt;<p class="wp-caption-text">Minha primeira vítima de emulação!</p></div>
<p>&lt;strong&gt;Emulação, porque ela seria o inicio?&lt;/strong&gt;</p>
<p>Como eu havia dito acima, por causa do fácil acesso que os PC Gamers obtiveram com os jogos antigos. Com isto em prática, uma cultura completamente nova do culto ao antigo atingiu patamares nunca visto antes. Claro que precisou, antes de mais nada, de duas gerações inteiras para que o movimento tivesse massa o suficiente para estourar na geração atual.</p>
<p>A emulação, que para mim vem desde os seus primórdios, conseguiu um feito notável que nenhuma outra empresa na área gaming conseguiu fazê-lo de uma forma louvável e sem gastar nada, que foi a procura por games obscuros e a tradução de jogos japoneses por grupos independentes, assim, gerando um círculo virtuoso na reprodução de jogos que já haviam exaurido os seus health points num mercado atolado de continuações.</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 550px">&lt;a href=&#8221;http://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/6/63/Nesticle.jpg&#8221;&gt;&lt;img title=&#8221;Nesticle é o Rei&#8221; src=&#8221;http://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/6/63/Nesticle.jpg&#8221; alt=&#8221;" width=&#8221;540&#8243; height=&#8221;300&#8243; /&gt;&lt;/a&gt;<p class="wp-caption-text">A partir deste pequeno programa, toda a minha visão gamer mudou!</p></div>
<p>Reprodução de jogos? Perguntam-me. E eu respondo de uma forma bem sucinta. Vários jogos que foram lançados tão somente no Japão ganharam uma nova visibilidade porque começaram a ser traduzidos e, assim, gamers americanos, brasileiros, europeus e de outros lugares continentais, puderam se extasiar com obras-primas como Final Fantasy VI, Tales of Phantasia, Star Ocean, Phantasy Star para o Game Gear, Seiken Densetsu, Final Frontier e tantos outros &#8211; &lt;del datetime=&#8221;2011-06-18T21:56:05+00:00&#8243;&gt;é, a minha lista é um tanto fail, só tem rpg!&lt;/del&gt; &#8211; que ao serem postos na internet pelos grupos de tradução, fizeram a alegria de muita gente.</p>
<p>E a massa começou a ficar mais gordinha aqui.</p>
<p>&lt;strong&gt;CBT, colocando o BR em games.&lt;/strong&gt;</p>
<p>Qual é o sonho de qualquer gamer brasileiro? Ter lançamentos simultaneos de outros países aqui a preços em conta. E, secundariamente, para os gamers que pouco sabem inglês, jogos em completo PT-BR e foi com o grupo CBT &#8211; Central Brasileira de Traduções &#8211; que vários jogos ganharam a sua versão brasileira e ajudou a criar uma comunidade de emulação forte no Brasil e isto, de certa forma, deu um pouco mais de massa no retrogaming, porque, antes jogos limitados de aventura ou ação, os RPG&#8217;s, que tem grande apelo no mercado, foram jogados em massa e tornou tudo ainda mais vistoso.</p>
<p>&lt;del datetime=&#8221;2011-06-18T21:56:05+00:00&#8243;&gt;Não tenho dúvidas que o Final Fantasy Anthology para o PSX foi lançado porque havia uma enorme quantidade de pessoas jogando FF IV e V na forma de emulação e isto despertou os olhos grandes da Square.&lt;/del&gt;</p>
<p>De tal forma que muitos outros grupos de tradução começaram a aparecer no Brasil, o que ajudou ainda mais no movimento retrogamer.</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 330px">&lt;a href=&#8221;http://images02.olx.com.br/ui/11/77/79/1311261423_166936879_2-Final-Fantasy-VII-PSX-PS1-em-PORTUGUES-Vitoria.jpg&#8221;&gt;&lt;img title=&#8221;Final Fantasy 7&#8243; src=&#8221;http://images02.olx.com.br/ui/11/77/79/1311261423_166936879_2-Final-Fantasy-VII-PSX-PS1-em-PORTUGUES-Vitoria.jpg&#8221; alt=&#8221;" width=&#8221;320&#8243; height=&#8221;240&#8243; /&gt;&lt;/a&gt;<p class="wp-caption-text">Final Fantasy 7, nos anos 2000 ganhou uma tradução PT-BR</p></div>
<p>&lt;strong&gt;E aonde você quer chegar depois dessa enrolação toda?&lt;/strong&gt;</p>
<p>Quero chegar até aqui. No exato momento onde nós estamos agora. O que você, leitor da Blast Processing, vê? Um culto enorme do passado e, para os gamers em particular, ao retrogaming, jogos do PSX, Saturno, 3DO, Mega, Super, estão sendo tratados como verdadeiras reliquias, a tal ponto que muitos deles estão sendo relançados nos mais diversos formatados e maneiras. Muitas vezes ganhando requintes HD ou 3D ou, até mesmo, os dois, outras apenas sendo relançados da forma que foram concebidos.</p>
<p>E temos várias provas disto com vários clássicos da SEGA sendo relançados na Live e na PSN, outros tendo continuações dentro destas mesmas redes e encontros retrogamers acontecendo em todos os lugares do mundo. E isto é um longo caminho percorrido e promete aumentar ainda mais, porque os antigos gamers, agora são consumidores com dinheiro no bolso e o que eles querem é consumir&#8230; e isto é algo que as empresas de games tem de abrir realmente os olhos!</p>
<p>E pensar que, a quase 14 anos atrás eu comemorava em jogar Chrono Trigger a 12 fps no meu 486 DX2 66 Mhz&#8230; aonde iremos parar?</p>
<p>Artigo publicado originalmente na <a href="http://www.comunidademegadrive.com.br/?p=223" target="_blank">Comunidade Mega Drive</a></p>
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		<title>Quando não eramos tratados como idiotas</title>
		<link>http://sopreocartucho.com.br/2012/12/10/quando-nao-eramos-tratados-como-idiotas/</link>
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		<pubDate>Mon, 10 Dec 2012 12:00:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Gomes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Videogame]]></category>

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				<content:encoded><![CDATA[<p>Foi-se o tempo no qual eu pegava um jogo e simplesmente começava a jogar. Hoje em dia é impressionante a quantidade de jogos que saem para quaisquer sistemas que nos obriga, quase que automaticamente, a passar por uma fase de tutorial. Quando é que os jogadores ficaram burros?</p>
<p><span id="more-14501"></span></p>
<p><strong>Nos Tempos Idos</strong></p>
<p>Desde que eu me lembre como jogador, nunca precisei de tutorial para saber como se joga um game. Para mim era só sentar a bunda na cadeira/sofá, colocar o cartucho no console e partir para o abraço. Não sei para que serve aquele item? Tirava a dúvida na mesma hora, usando-o. Não sei como mata aquele carinha ali em cima de uma plataforma flutuante impossível de alcançar? Procuro um ítem que, logicamente, iria me levar aquele lugar.</p>
<p>Estas eram as formas mais inteligentes, para mim como jogador, para entender como funcionava o universo daquele jogo em particular. Simplesmente seguiria os passos de aprendizagem do jogo, que estariam embutidos de uma forma inteligente no mundo do mesmo, até que eu me tornasse mais um que aprendeu a jogá-lo com destreza e sem me preocupar em ir atrás de manual de instruções para saber como usa o pulo do jogo.</p>
<p>Até o início da era PSX, os jogos não nos tratavam como gente ignorante, estúpida e que não sabia entender nada sobre o jogo. Mas será que foi isso que realmente aconteceu? Será culpa das empresas, ou são os jogadores, ou, melhor ainda, os jogos?</p>
<p><strong>Meia-lua para frente depois A+B+C para pular pro lado.</strong></p>
<p>Complexidade. Esta é a palavra-chave para o caso dos jogos atuais. Muitos deles tem um verdadeiro manancial de controles, botões e combinações a serem feitos pelos jogadores para que, assim, possa jogar uma partida ou começar o jogo de forma adequada. É impressionante a quantidade de movimentos que jogos como God of War ou Metal Gear Solid: Snake Eater são necessários para que o jogador seja bem-sucedido em, apenas, começar o jogo.</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 266px"><a href="http://gamez-gear.com/ds/images/uploads/ds_screenshots/Sonic%20Rush%20Adventure1.jpg" rel="lightbox[14501]"><img title="Sonic Rush Adventure" src="http://gamez-gear.com/ds/images/uploads/ds_screenshots/Sonic%20Rush%20Adventure1.jpg" alt="" width="256" height="390" /></a><p class="wp-caption-text">Tutorial para saber pular no jogo... tá de brinks né SEGA?</p></div>
<p>A jogabilidade se tornando complexa, pelo visto, se faz necessário a criação de um passo-a-passo para que o jogador possa entender o que fazer quando um inimigo atira diretamente no seu peito uma granada flamejante. É segurar R3+L1 e apertar repetidas vezes o Triângulo. Claro, estes são casos esdruxulos nos quais as empresas criam situações que precisamos fazer tais movimentos. Mas será que precisamos de tanto?</p>
<p>Creio que seja possível a junção entre uma jogabilidade complexa e casual sem interferir diretamente na imersão do gamer sobre um jogo, mas, pelo visto, as atuais empresas &#8211; e as antigas também &#8211; não estão se dando o trabalho para dar o menor trabalho ao jogador de compreender a mecânica de um jogo. Antes um simples para frente e A possibilitava um personagem pular ou bater em alguém e um para baixo e qualquer botão do controle fazer um SpinDash de um outro para seguir em alta velocidade na fase.</p>
<p>Então veio o Wii e mudou toda a história do jogo.</p>
<p><strong>Casual Gameplay vs Complex Gameplay</strong></p>
<p>O Wii simplificou tudo. Mova o controle e o seu personagem vai fazer tal movimento. Aperte um dos poucos botões no Wiimote ou no Nunchuk e as ações serão feitas com relativo sucesso. A simplificação de movimentações foi uma das coisas boas no Nintendo Wii, mas, também, simplificou, e muito, a jogabilidade dos gamers em seus jogos. O hardcore gaming, para a Nintendo, foi para o espaço.</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 410px"><a href="http://comunidademegadrive.files.wordpress.com/2011/06/wii-nunchuk-controller.jpg?w=300"><img title="WiiMote" src="http://comunidademegadrive.files.wordpress.com/2011/06/wii-nunchuk-controller.jpg?w=300" alt="" width="400" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Simplificação é tudo no Wii</p></div>
<p>Em contrapartida, no x360, PS3, PSP e PC, os jogos foram se tornando cada vez mais complexos, um exemplo disso, são os FPs que estão com tantos comandos e botões que daqui a pouco teremos uma extensão do teclado somente para poder jogar um Crysis 3!</p>
<p>Qual é o melhor caminho para se seguir? Simplificar os controles? Deixá-los mais complexos? Ou um mister dos dois?</p>
<p><strong>O mistério da jogabilidade.</strong></p>
<p>Tem-se de arrumar um meio-termo. Ou melhor. Uma opção para desligar os tutoriais de controles. Eu, como gamer, me sinto insultado quando vejo um tutorial a minha frente. Coisa que eu nunca precisou quando joguei DOOM, SimCity, Resident Evil, Silent Hill, Tomb Raider, Gran Turismo, Need For Speed, Sonic, Mario e outros jogos, pois era só fazer o que tinha de ser feito, jogar.</p>
<p>Talvez a culpa seja dos jogadores, com preguiça de saber como mexer de verdade o seu personagem ou das empresas que deixaram os jogos por demais complexos. O importante é que nada está sendo feito para resolver esta situação, chegando ao ponto de dois extremos existirem nos jogos atuais.</p>
<p>Mas a única coisa que eu peço é não ser tratado como idiota. E para vocês, o que acham deste derrame de tutoriais a torto e direito nos atuais jogos?</p>
<p>Artigo publicado originalmente na <a href="http://www.comunidademegadrive.com.br/2011/06/21/quando-nao-eramos-tratados-como-idiotas/" target="_blank">Comunidade Mega Drive</a></p>
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		<title>Que Realidade? Que Virtualidade?</title>
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		<pubDate>Mon, 03 Dec 2012 12:00:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Gomes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Videogame]]></category>
		<category><![CDATA[realidade virtual]]></category>
		<category><![CDATA[Sega]]></category>

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		<description><![CDATA[Veja a imagem abaixo. Você está conseguindo ver? Se você souber inglês saberá o que está escrito no texto aí do lado, mas, caso não, vamos facilitar um pouco a vida das pessoas para que possam continuar aqui no texto em questão. O que virá a seguir SEGA? Uma das coisas que eu mais gosto [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Veja a imagem abaixo. Você está conseguindo ver? Se você souber inglês saberá o que está escrito no texto aí do lado, mas, caso não, vamos facilitar um pouco a vida das pessoas para que possam continuar aqui no texto em questão.</p>
<p><span id="more-14485"></span></p>
<p><a href="http://www.comunidademegadrive.com.br/2011/wp-content/uploads/2011/10/virtualidade.jpg" rel="lightbox[14485]"><img class="wp-image-1011 alignright" title="virtualidade" src="http://www.comunidademegadrive.com.br/2011/wp-content/uploads/2011/10/virtualidade.jpg" alt="" width="205" height="894" /></a></p>
<p><strong>O que virá a seguir SEGA?</strong></p>
<p>Uma das coisas que eu mais gosto da SEGA é que eles sempre são os primeiros a terem novos produtos para os seus consoles. Eles tiveram o primeiro console 16-bit no mercado, o primeiro drive de CD (cof, cof, esqueceu do PC-Engine), o primeiro sistema de leitura de movimento (activator) e o primeiro portátil colorido. No futuro, eu espero que eles sejam o primeiro a lançar um console de 32-bit (e isto quase aconteceu). Mas, depois disso, a minha bola de cristal fica obscurecida. O que eu poderei ver na CES de inverno no qual eu possa me gabar com aqueles meus amigos que tem o Super Nintendo?</p>
<p><em>Troy Roberts<br />
Toronto, Ontario</em></p>
<p><strong>Resposta:</strong> Além de todas os primeiros que você mencionou Troy, a SEGA irá, ainda neste ano, trazer a versão caseira do capacete de Realidade Virtual que você vê nos arcades. Chamado de Virtual VR (título provisório), SEGA conseguiu pegar aquela coisa grande e pesada e diminuir aquilo para o tamanho de um par de óculos. A mairoia dos componentes eletronicos que estavam no capacete foram movidos para uma caixa que irá se encaixar do lado do Mega Drive. Isto fez com que o acessório tivesse o peso reduzido e que ficasse mais confortável, permitindo maior tempo de jogatina. A SEGA alega que o acessório irá ser vendido por 200 dolares e espera que o mesmo possa estar nas lojas no Natal deste ano &#8211; a revista é de 1991 &#8211; talvez com três a quatro jogos. Um destes jogos poderá ser um port do novissimo jogo 3D poligonal Virtua Racing, sucesso nos arcades. Os outros três serão um simulador de voo, um RPG e um novo 3D Shooter.</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<p>Este não foi o primeiro, e nem será o último acessório de qual empresa for, que foi prometido ao longo dos anos e nunca viu a luz do dia. Quantas e quantas promessas foram feitas pelas empresas e que, no final das contas, não passaram de notícias falsas ou meras especulações? Tivemos, por exemplo, o Projeto Panther, da Atari, que virou em seguida, o Jaguar e a própria decepção em pessoa que vimos nas lojas. A SEGA veio com o SEGA Neptune, que mal saiu dos papéis por conta do patético 32X, que foi uma aposta arriscada da mesma para um mercado que estava precisando de algo novo e não de tentar requentar o coitado do Mega Drive. Sem contar um quão sem número de outros que sequer temos a certeza que existiram ou não.</p>
<p><strong>Promessas não cumpridas</strong></p>
<p>Todo gamer, claro, quer que a empresa que dá suporte enche-o de regalias e produtos que venham a trazer o melhor para ele na sua experiência de jogar. O gamer quer, por exemplo, que aquele controle fantástico, que foi comprado no último FDS realmente funcione a contento, ou que ao por aquele adaptador ultrafodástico &#8211; como poderia ser o 32X -, aquilo lhe realçasse os olhos a ponto de explodir os mesmos com cores e brilhos nunca vistos antes ou quem sabe aquela nova versão do console fosse ficar realmente mais rápida do que o original (NeoGeo CD = NeoGeo CDz?) e que o tempo de loading time caísse drasticamente, mas, o que temos, muitas vezes, são acessórios vagabundos que não valem a pena serem comprados.</p>
<p>Este poderia vir a ser o caso deste óculos de realidade virtual que seria usado pela SEGA no Mega Drive. É sábido por todos que o Mega mal tem potência para rodar bem a versão que foi lançada do Virtua Racing para ele &#8211; somente podendo fazê-lo com a ajuda de chips auxiliares -, seria algo quase inexplicável ter jogos 3D&#8217;s usando uma tecnologia que estaria muito acima da capacidade do console, se é que isto seria possível.</p>
<p>Tivemos, ao longo dos anos, muitas promessas de algo que não foi realmente cumprido. Que o Nintendo 64 seria uma revolução tecnologica, que o Saturno traria gráficos 3D nunca antes vistos e que o PSX seria a verdadeira plataforma multimidia, mas nao deixa de ser verdadeiro o quão a frente do tempo estão os marketeiros de plantão quando o assunto é propaganda.</p>
<p><strong>A Realidade que nunca existiu</strong></p>
<p>A imersão de realidade foi prometida a quase 20 anos atrás e somente agora, nestes últimos anos, é que começamos a riscar a virtualidade nos jogos. É de ficar impressionado como o que impede os jogos e os consoles de avançaram é, somente, a tecnologia por si só. Quando vi as primeiras fotos do Nintendo 64, por exemplo, via cenários tão irreais que, na minha mente, quase não acreditava que aquilo pudese ser processado pelos consoles da época, mas era 64-bit, então ia rolar. Mas qual foi a minha decepção ao ver que o N64 nada mais era um PSX com alguns incrementos gráficos?</p>
<p>O mesmo me aconteceu com o Saturno, desde a primeira foto com aquele console, tinha quase a certeza que ele iria rodar os jogos do Mega Drive, mas, ledo engano, sequer conseguia rodar os seus próprios jogos direito com a arquitetura que é uma das mais escrotas já criadas.</p>
<p>É fato que somos bombardeados continuamente com estas promessas e de que, daqui a 3 anos, o próximo console ou acessório nos permitirá ter o acesso a Matrix, bom, o 360 está chegando bem perto com o Kinect, mas seria este o futuro dos jogos? No qual você não usará um controle e sim o seu corpo para jogar? Será que o paradigma do joystick finalmente chegou no seu fim?</p>
<p>Vamos esperar para ver&#8230; pois, daqui a pouco, estarão prometendo isto:</p>
<p>E para vocês, qual será o futuro?</p>
<p>Artigo publicado originalmente na <a href="http://www.comunidademegadrive.com.br/?p=1008" target="_blank">Comunidade Mega Drive</a></p>
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		<title>Quando muito não é o bastante.</title>
		<link>http://sopreocartucho.com.br/2012/11/26/quando-muito-nao-e-o-bastante/</link>
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		<pubDate>Mon, 26 Nov 2012 12:00:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Gomes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Videogame]]></category>

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		<description><![CDATA[Faço uma pergunta, quando foi que uma limitação de uma ferramenta limitou a capacidade do ser humano em criar? Eu fiquei impressionado assim por causa da seguinte afirmação de Matthew Karch, CEO da SABER Interective, nesta página. “A próxima geração de consoles fará coisas fantásticas. Estamos limitados em relação ao o que podemos fazer em [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Faço uma pergunta, quando foi que uma limitação de uma ferramenta limitou a capacidade do ser humano em criar? Eu fiquei impressionado assim por causa da seguinte afirmação de <strong>Matthew Karch</strong>, <strong>CEO da SABER Interective</strong>, <a href="http://meiobit.com/92786/consoles-atuais-estariam-limitando-a-criatividade/" target="_blank">nesta página</a>.</p>
<p><span id="more-14482"></span></p>
<blockquote><p>“A próxima geração de consoles fará coisas fantásticas. Estamos limitados em relação ao o que podemos fazer em termos de jogos e isso vem principalmente do poder dos processadores. A melhor forma de ilustrar isso é como tivéssemos um pacote de Lego com 100 peças e outro com 1000 peças – você pode fazer muito mais com o segundo pacote. Você terá mais opções e mais blocos para fazer algo grande e formidável.</p>
<p>Se você pode gerar multidões dinâmicas fazendo coisas reais, você não pode fazer isso na atual geração de consoles. Se você pode ter simulações de líquidos e melhores simulações de roupas e ao invés de animações rígidas de corpos, ter corpos dinâmicos, com articulações flexíveis… pense sobre o tipo de jogabilidade que pode ser criada com a tecnologia permitindo.”</p></blockquote>
<p>Certo, é legal saber que já estamos chegando no limite teorico dos consoles novamente, também, o <strong>360 </strong>foi lançado em <strong>2005</strong>, o <strong>PS3 </strong>e o <strong>Wii </strong>em <strong>2006</strong>, já se vão aqui quase<strong> 6 anos </strong>desta geração atual e sabemos que chega um ponto no qual, graficamente falando, o limite das <strong>gpu</strong>&#8216;s pode chegar ao seu ápice. Agora, convenhamos, dizer que os consoles da atual geração estão limitando a criação de mundos, histórias e jogos, é uma verdadeira asneira.</p>
<p><strong>A VOLTA NO TEMPO.</strong></p>
<p>Lembro-me bem do tempo do <strong>Atari </strong>- não sou um jogador tão antigo assim -, onde a única limitação do jogo era a sabedoria do programador &#8211; que, vez ou outra era apenas um <strong>cara fazendo o jogo inteiro</strong> -, em torno da linguagem que o sistema usava para rodar os seus jogos e, convenhamos, o <strong>Atari </strong>era bem limitado, mas, ainda assim, trouxe vários clássicos inesqueciveis para as salas de muitos jogadores. Claro que muitos jogos não tinham história, mas enredo para que? O importante era a diversão. Ainda assim tinhamos vários jogos que nos prendiam a tal ponto que passavamos horas e horas jogando, como foi o caso, para mim, de <strong>Enduro</strong>, o bisavó do <strong>Gran Turismo</strong>.</p>
<p>Quem diz que precisa de um computador <strong>mais potente</strong>, levando em conta que um videogame é um computador, é porque nunca deve ter trabalho nos tempos da Era de Ouro dos consoles e, tão pouco, ter jogado os games da mesma época. Não sei exatamente quem é este cara, na verdade, nunca tinha ouvido falar da empresa dele e, então, fui no Wikipedia para saber mais a respeito.</p>
<blockquote><p>Will Rock &#8211; PC (2003)<br />
TimeShift &#8211; PC, PS3, X360 (2007)<br />
Battle: Los Angeles (through Live Action Studios) &#8211; PSN, XBLA, PC (2011)<br />
Halo: Combat Evolved Anniversary &#8211; X360 (2011)<br />
Inversion &#8211; PC, PS3, X360 (2012)</p></blockquote>
<p>Basicamente só programaram jogos da atual geração, então o carinha não tem lá muito respaldo. Se fosse, pelo menos, um <strong>Yu Suzuki</strong>, que falou a seguinte coisa sobre o Saturno &#8220;<em>Uma única CPU rápida seria melhor. Eu não acho que todos os programadores tem a habilidade de programar com duas CPU&#8217;s &#8211; a grande maioria só consegue pegar 1+1/2 da velocidade completa de um único processador SH-2. Eu acredito que um a cada cem programadores são bons o bastante toda essa velocidade [quase o dobro] do Saturno</em>&#8220;, onde ele critica a arquitetura do Saturno, mas vê como o console tem um grande potencial; um <strong>Hideo Kojima</strong> ou um <strong>Miyamoto</strong>, eu até daria o braço a torcer, mas como nenhum destes grandes caras da área de jogos, até o presente momento, estão gritando aos plenos pulmões que a atual geração morreu, não temos com o que se preocupar. Depois de ver a lista de jogos desta empresa, pergunto, será que jogaram <strong>Super Pitfall</strong>? <strong>Sonic</strong>? <strong>Vectorman</strong>? <strong>Donkey Kong Country</strong>? <strong>Contra: Hard Corps? Alex Kidd? Super Mario?</strong> Algum console das antigas gerações?</p>
<p><strong>O ÚNICO LIMITE É A IMAGINAÇÃO</strong></p>
<p>Não importa em que sistema você esteja trabalhando, como o título acima, o único limite é a imaginação, pois, se o jogo é bom o bastante, o gamer vai produzir o resto do jogo na sua mente. Quem nunca imaginou &#8211; e foi ajudado pelo desenho do Mario da Globo &#8211; como e porque diabos o <strong>Mario </strong>e o <strong>Luigi </strong>foram parar no <strong>reino dos cogumelos</strong>? Ou quando e porque o <strong>Sonic </strong>é o heroí do seu mundo? E saber como o <strong>Arnold Schazenegui</strong> &#8211; não vou escrever o nome certo, nem vou copiar do wikipedia &#8211; e o <strong>Rambo </strong>se encontraram em Contra? Enfim, a questão é o limite teorico dos consoles, mas sim como envolver os jogadores nos seus games.</p>
<p>A mágica para envolver as pessoas, em geral, em suas obras requerem um truque singular de saber o que elas querem e saber o que você quer passar. Descrever <strong>O Fantástico Mundo de Bob</strong> e fazer com que a pessoa seja envolvido completamente na narrativa da história, ou na falta dela, e se sentir no meio desta. É por isto que vemos muitos filmes que nos mostram efeitos especiais e visuais magnificos, mas falham completamente em envolver o espectador, livros com um quão sem número de páginas que acabam definhando nas prateleiras das livrarias por serem considerados densos demais ou obtusos demais, e assim vai para todos os produtos da cultura atual que existem por aí.</p>
<p>A atual preocupação de gráficos e gráficos, não era uma coisa preocupante na época do <strong>NES-Master-Mega-Super,</strong> claro, todo mundo queria mostrar o que aquele console era capaz de fazer, mas, tenho de dizer que a maior preocupação era com os jogadores. É importante não ser um <strong>Graphic-Whore</strong> e sim se importar mais com os jogadores. É não se deixar limitar pela tecnologia atual, mas, apenas, pela própria imaginação. <strong>E vocês? Preferem jogos lindos ou uma narrativa/jogabilidade envolvente? Ou lindos mundos com gráficos exuberantes sem nenhum conteúdo?</strong></p>
<p>Artigo escrito originalmente na <a href="http://www.comunidademegadrive.com.br/2011/11/11/quando-muito-nao-e-o-bastante/" target="_blank">Comunidade Mega Drive</a></p>
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		<item>
		<title>Quando os Games Ajudam!</title>
		<link>http://sopreocartucho.com.br/2012/11/19/quando-os-games-ajudam/</link>
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		<pubDate>Mon, 19 Nov 2012 12:00:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Gomes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Videogame]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[Mega Drive]]></category>
		<category><![CDATA[Super Nintendo]]></category>

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		<description><![CDATA[Estava lendo este artigo Só a leitura salva? do site Meio Bit e me veio uma coisa assustadora na cabeça, não, não vou dialogar contra a autora do artigo em questão, mas quero falar de algo amplamente discutido e que vale a pena ser debatido em poucas linhas. De quando os videogames ajudam, ou não, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Estava lendo este artigo <a href="http://meiobit.com/93534/so-a-leitura-salva/" target="_blank">Só a leitura salva?</a> do site Meio Bit e me veio uma coisa assustadora na cabeça, não, não vou dialogar contra a autora do artigo em questão, mas quero falar de algo amplamente discutido e que vale a pena ser debatido em poucas linhas. <strong>De quando os videogames ajudam</strong>, ou não, na melhoria do aprendizado das pessoas.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-14479"></span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>EU ACREDITO</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Vou resumir, antes de mais nada, a minha opinião sobre o post lá do <strong>Meio Bit</strong>, sem a leitura, nos dias de hoje, você não é nada. Apesar de termos a internet, vídeos, filmes, novelas e afins, grande parte do aprendizado humano se constitui na leitura e no contínuo exercicio da palavra, seja ela de maneira abstrata &#8211; um estudante de medicina vendo um orientador trabalhar com um paciente -, seja de maneira concreta, quando, numa redação se pede a uma pessoa escrever sobre assunto X.</p>
<p style="text-align: justify;">Sim, claro, a <strong>tecnologia </strong>dos dias de hoje ajudam bastante a você adquirir conhecimento, mas, se fosse o caso, ninguém mais precisaria ir para a faculdade aprender assuntos relacionados àquilo que ele deseja ser no futuro de sua vida profissional, pois poderia ficar no <strong>Youtube </strong>assistindo sobre o assunto em tempo integral. Mas os meandros deste post é para o outro lado, não esta subversão de valores sobre a leitura.</p>
<p style="text-align: justify;">Como o subtítulo já posto acima, eu acredito que os games ajudam muito mais que atrapalham quando são usados e praticados de uma forma não abusiva. Quando uma criança recebe um problema a sua frente, um pequeno quebra-cabeça, dependendo do quão divertido isto pode ser para ela, a mesma acabará por resolver o problema num piscar de olhos, enquanto que, quanto mais chato, menor vai ser o seu tempo de resposta. E o que<strong> é um jogo eletrônico</strong> do que um gigantesco quebra-cabeça guiado pelo computador que faz com que a criança resolva um problema X? Mesmo que este problema seja &#8220;matar&#8221; o monstro ou percorrer 3 voltas numa pista de corrida?</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O CONHECIMENTO</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A questão é saber como aplicar, exatamente, esta força que existe nas crianças, adolescentes e na humanidade em geral. A <strong>força da imaginação, da criatividade, da vontade</strong> de achar soluções para os problemas que estão dispostos a frente delas e que, assim, passará a pessoa para uma categoria maior e melhor, podemos dizer que os jogos eletrônicos, quando bem trabalhados, podem tornar as pessoas, de uma maneira geral, de pensadores livres, com imaginação e criatividade em sua mais alta conta.</p>
<p style="text-align: justify;">Por que isto? Na simples forma que foi com os jogos eletrônicos que o meu conhecimento de inglês já era bom antes mesmo de assistir aulas de inglês no colégio. Eu, desde sempre, fui aficcionado por jogos com histórias interessantes e longas, quando eu descobri o jogo <strong>Phantasy Star II</strong> para o <strong>Mega Drive</strong> fiquei maravilhado e com uma vontade soberba de querer saber o que todas aquelas letras representavam, pois estavam numa linguagem estranha e distante para mim. Com um dicionário na mão, fui desmestificando não a linguagem em si e sua estrutura léxica, mas, no entanto, eu sabia que Rock era rocha, do era fazer e kill matar e, assim, palavra por palavra, fui criando setenças que melhor se encaixam na minha expectiva de jogador naquele momento.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>A SABEDORIA</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Com o conhecimento na minha cabeça, foi fácil saber <strong>os números</strong> em inglês e organizar melhor as setenças que, quando fui assistir a aula pela primeira vez, a professora tentava empurrar para dentro de nossas cabeças juvenis.</p>
<p style="text-align: justify;">E eu fiquei maravilhado de como foi possível eu entender as coisas apenas porque eu quis, o encanto por saber que é possível você aprender sozinho perpassou por todo o meu ser de uma forma que, até hoje, eu sempre gostei de saber sobre as coisas desta forma, forçando o meu cerébro a compreender o que seria incompreensível se não com um estudo aprofundado no assunto.</p>
<p style="text-align: justify;">Desta maneira, um jogo de estratégia pode fazer você pensar logicamente e antecipar movimentos de seus adversário, como o jogo <strong>Shining Force </strong>e que, na vida real, pode te preparar para as escolhas dificeis que ela tem a oferecer. Num jogo de simulação de vida, outro exemplo, <strong>Populous</strong>, podemos precisar em parte o quão perigoso é mexer com a vida alheia e sabemos que num jogo de corrida com policia, Road Rash, podemos ser presos por barbeiragens. Claro que este são exemplos bons que, muitas vezes, nem sempre são notados pelos gamers em geral.</p>
<p style="text-align: justify;">Aqui não vamos fazer a defesa apaixonada dos jogos, como eu estou dizendo sempre, tudo depende da dosagem de como as coisas são feitas.<strong> E, para vocês, será que os games ajudam, ou é tudo uma grande besteira?</strong></p>
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		<title>2D? 3D? Eu quero é jogos AAA, porra!</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Nov 2012 12:00:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Gomes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Videogame]]></category>
		<category><![CDATA[3D]]></category>
		<category><![CDATA[Next Gen]]></category>

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		<description><![CDATA[De que adianta fissurar-se num estilo se os jogos, muitas vezes, são decepcionantes? Ser um retrogamer ou um newgamer, sinceramente, é osso. Os primeiros defendem, com unhas e dentes, que os jogos 3D nunca envelheceram bem e que os 2D fazem jus ao nome clássico, enquanto que os últimos defendem sumariamente &#8211; e sendo bem [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">De que adianta fissurar-se num estilo se os jogos, muitas vezes, são decepcionantes?</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-14477"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Ser um retrogamer ou um newgamer, sinceramente, é osso. Os primeiros defendem, com unhas e dentes, que os jogos 3D nunca envelheceram bem e que os 2D fazem jus ao nome clássico, enquanto que os últimos defendem sumariamente &#8211; e sendo bem generalista &#8211; que os gráficos são estonteantes e os mundos mostrados com a tecnologia tridimensional deixa o jogo muito mais imersivo.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas, convenhamos, seja em 2D ou em 3D, sempre existiram os jogos que ficaram em nossos corações, e mentes, para sempre, e aqueles outros que, pela conveniência do gosto, serem os piores jogos jamais criados pela história dos videogames. De que adianta defender um sistema de visão, se não por conta do gosto pessoal, sempre mostrará o pior e o melhor da jogatina gamística?</p>
<p style="text-align: justify;">Sou daqueles retrogamers que, sim, defende que muitos elementos dos jogos de antigamente deveriam ser postos em prática nestas novas gerações, como, por exemplo:</p>
<div id="attachment_2951" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://www.comunidademegadrive.com.br/2011/wp-content/uploads/2012/03/ss_b2998adf37b0276c240315732169e06886942e78.1920x1080.jpg" rel="lightbox[14477]"><img class="size-medium wp-image-2951" title="ss_b2998adf37b0276c240315732169e06886942e78.1920x1080" src="http://www.comunidademegadrive.com.br/2011/wp-content/uploads/2012/03/ss_b2998adf37b0276c240315732169e06886942e78.1920x1080-300x168.jpg" alt="" width="300" height="168" /></a><p class="wp-caption-text">Super Meat Boy, alto desafio, ótima jogabilidade e um som maneiro.</p></div>
<p style="text-align: justify;">- Desafio desafiador que desafia realmente o jogador;<br />
- Jogos sem tutoriais;<br />
- Jogos focados na jogabilidade;<br />
- Jogos com uma ótima sonoridade;<br />
- Personagens carismáticos<br />
- Jogos que, simplesmente divirtam.</p>
<p style="text-align: justify;">Claro que muitos vão defender que os jogos atuais tem muito destes elementos, com raras exceções de tutoriais, que são chatos de doer e, muitas vezes, as empresas não conseguem criar um tuto interessante e acaba fazendo que o fator replay do jogo se torne uma maçante repetição por não haver mecanismos de pular tal parte no jogo, mas, dentre eles, ainda há aquela sensação de se estar mais jogando uma CG do que o jogador ser o personagem per se.</p>
<div id="attachment_2954" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://www.comunidademegadrive.com.br/2011/wp-content/uploads/2012/03/comix-zone_3s.jpg" rel="lightbox[14477]"><img class="size-medium wp-image-2954" title="comix-zone_3s" src="http://www.comunidademegadrive.com.br/2011/wp-content/uploads/2012/03/comix-zone_3s-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Será que este jogo volta algum dia a vida?</p></div>
<p style="text-align: justify;">Mas não vamos dizer que esta geração teve só coisa ruim, jogos como: Left 4 Dead, Mass Effect, Batman: Arkham Asylum, Bastion, World of Goo, Super Mario Galaxy, Skyrim, Epic Mickey, são apenas alguns exemplos que podemos citar que são jogos, que versam entre os mundos 2D e 3D e que trabalham primorosamente para dar o jogador a sensação única do prazer de jogar.</p>
<p style="text-align: justify;">Não devemos menosprezar a atual geração em detrimento a geração anterior, é impressionante a quantidade de retrogamers que não jogam as novas versões de um Final Fantasy, Winning Eleven ou, digamos, Top Gear, porque dizem que a essência destes jogos se perdeu. Creio que não seja isso, ou apenas isso, muitas vezes estou notando que existe um mundo mais crescente de hategamers do que gamers apaixonados por jogos.</p>
<p style="text-align: justify;">Façamos o seguinte, não vamos torcer o nariz por jogos 2D ou 3D, mas exigir das empresas, jogos de qualidade AAA, que é o que está em falta no mercado!</p>
<p>Artigo originalmente publicado na <a href="http://www.comunidademegadrive.com.br/2012/03/01/2d-3d-eu-quero-e-jogos-aaa-porra/">Comunidade Mega Drive</a></p>
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		<title>Tempo Perdido</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Nov 2012 12:00:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Gomes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Videogame]]></category>
		<category><![CDATA[Jogos]]></category>
		<category><![CDATA[NDS]]></category>
		<category><![CDATA[PSP]]></category>
		<category><![CDATA[Tempo]]></category>

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		<description><![CDATA[O tempo é uma mercadoria rara e, cada vez mais, está se tornando escasso na sociedade moderna. Nunca pensei que com tantas facilidades na vida eu precisasse pedir arrego e chorar por mais tempo. Faz uma cara que, por exemplo, estou tentando finalizar The World Ends With You (NDS) (2 anos), Kingdom Hearts: Birth By [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://sopreocartucho.com.br/?p=12412"><img class="aligncenter size-full wp-image-12418" title="tempo" src="http://sopreocartucho.com.br/wp-content/uploads/2011/10/tempo.jpg" alt="" width="499" height="149" /></a></p>
<p>O tempo é uma mercadoria rara e, cada vez mais, está se tornando escasso na sociedade moderna. Nunca pensei que com tantas facilidades na vida eu precisasse pedir arrego e chorar por mais tempo. Faz uma cara que, por exemplo, estou tentando finalizar <strong>The World Ends With You</strong> (NDS) (2 anos), <strong>Kingdom Hearts: Birth By Sleep</strong> (6 meses) (PSP) e <strong>Final Fantasy Tactics</strong> (PS)(1 ano e meio), porque? Porque o tempo não é elástico o bastante.<span id="more-14472"></span></p>
<p><strong>De quando eramos pequenos</strong></p>
<p>Quando eramos crianças tinhamos todo o tempo do mundo e mal sabíamos que dali a alguns anos o nosso precioso momento de brincar iria se tornar uma chatisse de trabalho, obrigações e pouco tempo de lazer e quando deste último, mal teríamos tempo para nós mesmos. Nos nossos momentos idos passavamos horas e horas e horas brincando e jogando e queríamos que este tempo nunca acabasse, mas, claro, toda coisa boa tem um fim e o fim se dá no inicio da adolescência, pois é aí que o dia fica curto e a vida se torna mais emocionante.</p>
<p>A vida é algo interessante e que merece a devida atenção, mas muito mal administramos ela e sempre dizemos: &#8220;poxa, o dia já acabou?&#8221; e vemos que nossos planos que tínhamos para aquele dia não dão para serem feitos porque simplesmente não planejamos e, vez ou outra, acabamos por ficar nostalgicos com os nossos momentos de liberdade e de como ficamos presos com os nossos mais infindáveis planos que nunca se concretizam no momento certo ou naquele tempo que tanto precisamos.</p>
<p>Na nossa infância e, para não dizer também, na nossa adolescência, tinhamos todo o tempo do mundo para finalizar aquele jogo, ler aquele livro &#8211; sei que poucos fizeram isto <img src='http://sopreocartucho.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_razz.gif' alt=':P' class='wp-smiley' />  -, e assistir aquela porrada de filme e desenho que tanto queríamos e achavámos que iriamos ficar fazendo isto para sempre&#8230; mas, ledo engano.</p>
<p><strong>Escolhendo os jogos</strong></p>
<p>Chega um momento em nossa vida que devemos escolher os nossos objetivos e dar prioridade aquilo que nos faz se divertir, mas, é de praxe, que fiquemos obcecados em não conseguir tempo nenhum e, acabando sem fazer muito mais além do mesmo. Quantas e quantas pessoas, depois de um dia exaustivo de trabalho e/ou estudo, antes quisesse assistir um filme ou jogar um game, acaba por se sentar na frente do PC e passar horas infindáveis no MSN/FACEBOOK/ORKUT e blogs sem fazer algo de realmente produtivo? E de quantas estas pessoas ficam reclamando de tédio enquanto tem dezenas de jogos no seu PC e ou videogame?</p>
<p>Se você é uma destas pessoas, eu me solidarizo, porque também é isto que me acontece. Devido o meu tempo muito mal regularizado, acabo jogando em prestações os jogos que eu deveria finalizar, porque eu quero fazê-lo, e quando estou jogando, muitas vezes, sinto que poderia estar fazendo uma outra coisa. Ficando com aquela ideia fixa de tempo perdido, mas o que fazer para remediar esta contradição, que, por um lado, queremos fazer aquilo que queremos, e, por outro, fazemos aquilo que podemos? Como trabalhar melhor o nosso tempo para que ele se torne o nosso aliado?</p>
<p>Creio que aí depende de cada um, pois, um dia, iremos nos sentar e ver o quanto de jogos deixamos passar, e de quantas pessoas poderíamos conhecer, se tratassemos o tempo de uma maneira melhor! O que você vai escolher?</p>
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